Ode a Henry Miller

Constance, quem me dera ter tido a coragem e sensibilidade de ter dito isto mesmo, não só sobre o acto de ler Henry Miller, mas sim e também, sobre o facto de celebrar e querer terrivelmente exultar, neste tempo de coisas malévolas e mortas, a intensidade da vida no nosso Acto. Não é um pecado é uma bênção.

Old Consciousness

H. Miller et moi

Em tempos como estes que por uma questão de proteção ou de ataque bruto necessitamos nos agarrar a alguma crença para nos sentirmos vivos, eu decidi me agarrar a um deus terreno e muito maior que todos aqueles que já foram citados. Um deus pessoal? Um deus pessoal para mim. Pessoalíssimo.

A verdade encarnada, os sentidos, as sensações os sentimentos, as vontades e até mesmo a loucura e o prazer entregues à ele sem nenhuma pretensão se não almejá-lo inclinada.

São tempos difíceis para qualquer um que tente sentir de verdade. São tempos difíceis para os ultra sensíveis de tato e de intelecto. São tempos difíceis dentro de tudo aquilo o que se pode, de fato, acreditar com fervor. São tempos difíceis para aqueles que sonham com a liberdade e o manifesto dela e só dela. São tempos difíceis para aqueles que buscam a verdade naqueles que vivem de mentiras.

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