À Mãe

Mãe

Mãe, és aquela pessoa amiga
em que posso confiar,
às vezes tu brigas
mas não és de desconfiar.

Quero que saibas que és especial,
por vezes chateio-me contigo,
mas nunca é nada de mal
e agora agradeço-te por estares comigo.

És como uma guia,
que nunca me deixa ficar perdido.
És a minha alegria,
A minha melhor companhia.

(Miguel – 2008)

flor

Descobri uma folha pautada, perfurada, folha de caderno de escola com este poema, escrito numa letra imperfeita, infantil e assinado pelo meu filho Miguel. Teria 13 anos quando o escreveu. O vento de hoje fez-me estar por casa. Nunca estou por casa. Arrumei papeis e os livros da estante. Amanhã parece que o tempo melhora…

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