Mais murros sobre a mesa

Hoje faltam…

26

dias para 2013.

Lê-se isto e fica-se na merda…e a Grécia está tão perto, já há uma em cada esquina. Como se hão-de proteger os meninos das mãos dos selvagens e dos negligentes? Como, Deus do Céu?

Os maus tratos físicos e a negligência a crianças estão a aumentar com as dificuldades das famílias, que não conseguem assegurar necessidades básicas como alimentação, vestuário e uma casa digna, alerta uma dirigente da Sociedade Portuguesa de Pediatria.

“Estamos a andar para trás na história dos maus tratos. E voltámos a ver maus tratos hediondos”, disse à agência Lusa, atribuindo esta situação, em parte, ao desespero das famílias que, quando excluídas, perdem as suas referência e veem-se “privadas de dar um colo aconchegante” aos filhos.

algumas famílias têm dificuldade em cumprir as necessidades básicas das crianças, como a alimentação, havendo cada vez mais casos de menores com sinais de uma nutrição inadequada e até bebés com meses a beber leite de vaca.

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Li no The Ressabiator uma belíssima ideia que poderia fazer toda a diferença. Voto no crachá, trago a mágoa ao peito. Transcrevo um bocadinho:

Para além de todos os formatos do costume, é preciso também protestar de um modo constante e quotidiano, que não exija esforço e que não seja ambíguo. Usar sempre em público, no trabalho ou no descanso, um símbolo qualquer da nossa indignação, que se veja quando passeamos na rua, quando damos aulas, quando viajamos ao estrangeiro, sempre. Um crachá, uma faixa, o que quer que seja. Pessoalmente, gosto do símbolo da cara indignada que apareceu nas manifestações do porto. Não me chateava usar isso durante anos na minha lapela, no meu ombro ou pendurado na minha mochila, até que este Governo se suma, e depois até, para celebrar o sumiço.

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