New York, June 11, 1955

(documentário aqui)

5 thoughts on “New York, June 11, 1955

  1. Tristano é puro jazz. uma linha inovadora. uma técnica e uma sensibilidade novas.
    o jazz, nunca foi, ao contrário do blues, uma forma de arte popular.
    hoje é. abriu se ao mundo através de nomes grandes do jazz. grandes e pequenos. porque um género musical que quer deixar de ser exclusivamente para elites, tem que deixar essa coisa dos grandes nomes.
    serão sempre incontornáveis claro. mas vamos evoluindo. e Tristano deixou e fez escola. para quem quiser aprender :)

    obrigado Luisa

    paulo

    isto é a minha opinião e vale o que vale. confesso que ouvi bastante conversa (ensinamentos entenda-se) do Zé Duarte. quem não conhece o “5 minutos de jazz” ?

    1. obrigada Paulo. sabes muito mais de música de eu saberei, acrescenta sempre o que te parecer um complemento ao ouvido. sou simplesmente uma ouvinte, atenta é certo mas não passo disso, de escolher o bom e o mau.

    1. olá amiguinho! quando começo a sentir que escrevo, ‘muito eu, muito eu’, paro. detesto diários, com excepção ao de Anne Frank. Raramente temos algum encanto para nos expormos na montra. os outros sim, são a razão.

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