Dúvida #1

Não sei muito bem o c’a gente mais os nossos filhos façamos, vista a situação em que nos encontramos a viver neste país: subimos as escadas, atiramo-nos e acaba-se tudo, descemo-las e fugimos sem rumo para parte incerta ou ficamos no patamar silenciosamente escondidos da realidade, a ver se isto passa?

(como tenho a certeza que algo vai acontecer, fica a cronologia e evolução das minhas dúvidas face à situação actual do país e ao rumo que prevejo tendencialmente vai tomar – hoje, 26 de Setembro de 2012, questiono-me assim)

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11 thoughts on “Dúvida #1

  1. como não há certeza de nada, além da de nenhuma certeza haver,
    aqui vai o meu parco cêntimo p’ró poço das desgraças.
    seja o que for que aconteça,
    dita a natureza da vida:
    tudo o corpo superará
    que não do espírito a sobrevivência.

      1. a um soldado é difícil concentrar-se para além do seu pequeno círculo no frenesim da batalha.
        mas nele tem que residir e sobreviver tudo o faz dele Humano para além da guerra.
        alguém falou aqui em estado de guerra?! a “civilização” está mudando e somos pequenos e efémeros demais para o vermos. apenas o descortinamos.
        será ilusória qualquer neblina “sebastianina” ou que se apresente “salvadora”, não a fé em nós e na força do que sentimos, pensamos e agimos. não nos consumemos no que de nossa essência nos esquecemos, para acertarmos o passo e os caminhos.
        isto dá-me inspiração para poetar… acho que vou alinhavar uns versitos a partir daqui. :-)

  2. O que me preocupa para além da incerteza são os radicalismos que em momentos destes ganham uma força assustadora, infelizmente a História está repleta de tristes exemplos.

      1. Porque, é precisamente isso que nos querem tirar…a esperança! Um Povo submisso e de olhos “no chão” é extremamente conveniente.

          1. radicais devemos ser.
            etimologicamente, é alimentar-se e sustentar-se nas raízes.
            radicalistas já não, pois a tolerância é a seiva que faz árvore toda a raíz, caule, folha, flor e fruto. o radicalismo vê do mundo uma árvore decepada.
            abraços!

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