Ser útil

Estou-me nas tintas para as queixas dele, grave, grave, é o bicho ter a desfaçatez de dizer isto:

Questionado sobre o seu futuro político, o primeiro-ministro diz que nunca pensou no assunto e, em resposta a uma outra pergunta, deixa a garantia que nunca pensou demitir-se.

O Tio Ângelo Correia não tem por lá umas empresas para gerir? Sim, porque tirando agitar bandeirinhas em campanha, o que é que este senhor fez mais? (pode ser interessante consultar, A vidinha de Pedro)

Há uma anedota muito engraçada contada pelos brasileiros que diz que, ‘os músicos no salão estavam dando um show tão ruim e tocavam tão mal, que o garçon deixou cair a bandeja e todo o mundo saiu dançando’. Assim está Passos Coelho, não há nada que diga, profira, emita, pronuncie, conjecture, imagine, ejacule, suspire, cogite, que não vá ser imediatamente incendiado pelas, e cada vez em maior número, vozes do povo indignado no mau estar de aperto em que se encontra. Estou convencida que, nem mesmo o ronco discreto do puxar de expectoração à boca para posterior cuspidela num qualquer mictório, deverá ser poupado à repulsa já instalada entre a populaça, o povo de Portugal, do qual faço parte.

É necessário arranjar-se rapidamente qualquer coisa que justifique utilidade para este homem e era bonito que alguém amigo, o aconselhasse a pura e simplesmente estar calado.

“Servir só para si é não servir para nada.” (Voltaire)

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