Gaivotas

Vejo do meu terraço uma faixa de mar azul. Escuro. Depois acima, pintaram de azul mais claro, que é o céu.
A esta hora, fim de tarde as gaivotas esvoaçam-me perto, desinibidas, enormes passarões de bico adunco amarelo e assas brancas portentosas. Dão gritos histéricos, guinchos autoritários, resmungares roucos, quase falam. Pairam à minha vista senhoras do céu azul mar.
Rio-me com elas porque só me lembram as tonterias das mulheres.

(Zás! E lá foi o fundo de pensões do Banco de Portugal. Grande maná, pessoal, isto até me parecem os encapuçados de Londres a gamar os ténis All-Star.
Vamos Nessa, Vanessa!)

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