À noite, na cidade

À saída do São Luiz, e não deixem de ver a Bizarra Salada que só vai estar mais este Sábado e Domingo (aqui), e que é das coisas mais divertidas, mais bem conseguidas, mais dinheiro bem gasto a que tenho assistido nos últimos tempos, deparei-me com o Largo do São Carlos cheio de bailarinos a dançar a valsa da Meia-Noite, tocada por uma orquestra ao vivo sob o programa Música ao Largo (aqui).
Gostei de nos ver reunidos à volta da orquestra, e estávamos muitos, que tocava com postura informal as valsas de Viena enquanto pares se agarravam para, com a graciosidade devida, dançarem aquelas melodias alegres que trauteei frente ao São Carlos. Fizeram-me sentir tremendamente europeia, tremendamente civilizada, tremendamente elegante, talvez simplesmente afortunada por ter aquele espectáculo gratuito na minha cidade.

São manifestações destas que promovem um sentimento de união entre as pessoas fazendo naturalmente emergir a força a de um povo. E é fácil, é barato.

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