Um homem, mas demasiadamente vulgar

Escreve assim, Felícia Cabrita, a mulher que pelos vistos encontrou o seu Homem Invulgar:

“Um homem que vive num apartamento de Massamá, sem luxos, e no qual cuida das «obrigações domésticas», antes da chegada da esposa. Que tem espalhado na mesa da sala de jantar os «livros e papéis» que utiliza como objectos de meditação «na volta a dar ao país se o vier a governar» e goza da fidelidade canina das caniches, que o escutam como «se nenhuma das suas palavras fosse desperdício».”

Explica ainda, a mesma senhora de cabelo de caniche:

“Foi «checada toda a sua vida» e consultadas «dezenas de pessoas». Não é um «homem rico», mas também não é pobre.”

Diz que a sala estava à cunha!

Estou sinceramente chocada com: a “chegada da esposa”, os “objectos de meditação”, a “volta a dar ao país”, a “fidelidade das caniches que o escutam” e as “palavras não serem desperdício”

Este país é admirável na ligeireza como vive e se comporta.
Cada vez me convenço mais que, somos um povo a par de uma mulher-de-má-vida. Enfiamo-nos dentro do primeiro carro que encoste.

( ver notícia )

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One thought on “Um homem, mas demasiadamente vulgar

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