‘Máquinas’ de fotocopiar caseiras

Gelatina

Dia 1 de Janeiro do Ano da Graça de 2011!

Hoje li um post do Frederico Lucas que me fez sorrir, (entre parêntesis digo-vos que, habitualmente gosto dos posts do Frederico Lucas, empreendedor-corajoso-empenhado-original-do-meu-país, mas especialmente gosto das coisas do pai-Fred, como carinhosamente faço questão de o alcunhar para os meus botões).
Dizia ele assim: “Enquanto terminava o primeiro almoço do ano com os meus petizes, ocorreu-me à memória o método de fotocopiar as folhas de teste com gelatina, no meu tempo de miúdo!”
E de repente lembrei-me eu, já crescidota, de ser assim nos anos 80, que se fotocopiavam em casa dos meus pais os testes que a minha mãe dava aos alunos. Num tabuleiro de lata rectangular, fazia-se o preparado que se deixava solidificar, alisava-se, decalcava-se sobre a gelatina incolor um original do teste passado a papel químico e lá se faziam sair 25 folhas de testes a partir daquela matriz. No final, passava-se a gelatina com um paninho embebido em água morna para fazer desaparecer a tinta da matriz e guardava-se o tabuleiro, coberto com um pano para a próxima leva.
Era realmente um método barato de reproduzir um número pequeno de cópias e que me dava imenso gozo de ‘confeccionar’, sim, porque era eu normalmente, a obreira da tipografia caseira.

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2 thoughts on “‘Máquinas’ de fotocopiar caseiras

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