Minha Horta Meu Amor

Horteloa, permacultora, agricultora urbana, aprendiz de feiticeira, amante da terra, das plantas e das minhocas – Este é o espaço para falar da minha terra de 75 m2.

As últimas:

A 18 de Maio de 2013:

Amo a minha couve

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Rúcula linda a crescer

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A 25 de Abril de 2013:

Na minha 4ª Classe comecei assim uma redacção sobre o fatídico tema – A Primavera: «Vestida de fresco de flores e de ternura chegou a Primavera!»

(parece que consegui um Muito Bom na dita composição e fui premiada com a leitura da dita, alto e no cimo do estrado, para as restantes meninas ouvirem)

pés de feijão verde

pés de feijão verde

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A 16 de Fevereiro de 2013:

A horta está muitíssimo melhor preparada para a Primavera este ano. Não apostei tanto na variedade mas sim nos vegetais que não necessitem de consumo imediato, tal como a cebola e o alho e nos hortícolas de que faço grande consumo. Os morangueiros dão gosto, estão a ficar fracamente fortes. Este fim de semana fez-se uma sementeira de Primavera em estufa, plantas que irão futuramente ocupar as áreas que se desocupem de couves, favas e cebolas.

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A 9 de Fevereiro de 2013:

O Gaspar pôs o olho e a mão nos terrenos do Museu do Traje local do meu pequeno paraíso, do meu pequeno projecto. Em princípio, todos os hortelãos vão ter de abandonar as terras até ao dia 31 de Outubro de 2013. É um assunto que me está a deixar de tal modo agastada que mal consigo reagir. Este homem precisava de qualquer coisa no meio da testa.

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A 23 de Dezembro de 2012:

Cama para plantar cenouras e horta do Natal

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A 2 de Dezembro de 2012:

Nesta época a horta está fria e muito sombria. A falta de sol no terreno, quase todo o dia, promove um lento desenvolvimento de todos os hortícolas. A reestruturação do terreno que fiz este ano parece-me ter contribuido para o melhorar imenso, tanto no aproveitamento do próprio terreno como na drenagem do mesmo.
Na preparação gastei, 4h do Srº João a 10€/h e 13 carrinhos de terriço a 2€/carro.
Vista do terreno após plantação do que trouxe da feira da Musgueira.

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A 18 de Novembro de 2012:

A 30 de Setembro de 2012:

A 15 de Julho  de 2012:

A 10 de Julho de 2012

A 20 de Junho 2012

A 10 de Junho 2012

A minha vizinha Rosa, médica de profissão, com a sua produção de courgettes fálicas.

A 19 de Maio 2012

Arranquei o cebolinho. Que cheiro maravilhoso me deixou na terra.


A 11 de Maio 2012

Acabei de apanhar as favas e ervilhas. Lavrei novamente a terra para plantar os tomates, pimentos e feijão.
Também hoje plantei 5 pés de meloa e 4 pés de melão.

A 28 de Abril 2012

Tudo continua a crescer e a desenvolver-se a olhos vistos: muitas favas, ervilhas, lombardas, cebolas. Um encanto e muito trabalho.

A 5 de Abril 2012

A minha 1ª fava

Primeira fava

A 1 de Abril 2012

Comecei a ter um pequeno excesso de produção e sem mais nem porquê e porque as conversas são como as cerejas tive hoje a minha primeira cliente e ganhei pela primeira vez dinheiro com a minha produção hortícola.
3 €.
Há muito tempo não me sabia tão bem ganhar um dinheirito.
Vai ser guardado para juntar ao que venha pois, tal como a uma criança, cresceu-me imediatamente o sonho de deixar o banco e mudar de vida de uma vez por todas. Abalar daqui.
Na verdade estes 3 € não cobriram completamente o preço gasto na produção dos 2 sacos de legumes que entreguei à cliente e facilmente se percebe que o agricultor é mal pago por tanto que oferece.
Anyway, vou-me esmerar para aumentar a produção, arranjar novos clientes (que suspeito venham a caminho), e aprender o muito que ainda não sei.

A 25 de Março de 2012

Planta da Beterraba

A 10 de Março de 2012

As últimas:

A 4 de Março de 2012

Às vezes, em dias de luz perfeita e exacta,
Em que as cousas têm toda a realidade que podem ter,
Pergunto a mim próprio devagar
Por que sequer atribuo eu
Beleza às cousas.
Uma flor acaso tem beleza?
Tem beleza acaso um fruto?
Não: têm cor e forma
E existência apenas.
A beleza é o nome de qualquer cousa que não existe
Que eu dou às cousas em troca do agrado que me dão.
Não significa nada.
Então por que digo eu das cousas: são belas?
Sim, mesmo a mim, que vivo só de viver,
Invisíveis, vêm ter comigo as mentiras dos homens
Perante as cousas,
Perante as cousas que simplesmente existem.
Que difícil ser próprio e não ver senão o visível!

Alberto Caeiro, in “O Guardador de Rebanhos

A 3 de Março de 2012

Poço com bolbos de Flores a nascer

Flor do bróculo

Favas em flor

Alho francês

Trazer para casa

16 pensamentos em “Minha Horta Meu Amor

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